Design Interação

Algumas táticas de Design de Interação

Dialogue com seu público. Entender quem é o seu público pode promover insights inestimavelmente valorosos para a resolução de problemas que surgirem ao longo do projeto, além de permitir criar algo que desperte a sensibilidade deles, por ter a linguagem cultural adequada. Para este entendimento sobre o público é necessário fazer pesquisas (principalmente qualitativas). Uma maneira interessante de se trabalhar com resultados de pesquisas é fazer segmentação de mercado de seus dados com o que chamamos de Personas, personagens fictícios criados para representar os diferentes tipos de usuário, que servem de guia ao longo da concepção do produto para que a resolução de dilemas seja feita com base nestes e não nos gostos pessoais dos criadores. Faça seu usuário sentir-se orientado. “O que é isso? Pra que serve? Como uso? ” Estas orientações devem estar intrínsecas nas características do produto, este deve significar ser pertencente a um universo e ter claro seus objetivos e ações possíveis. No Brasil, criou-se uma cultura de que “o produto não é ruim, você é quem não entendeu”, porém bons designers sabem que se o sujeito não entendeu é porque é ruim (ou tem ao menos algum defeito). O design, a ciência e a tecnologia têm de ser desmistificados e não podem ser colocados num patamar de superioridade com relação a seus interpretantes. Simplifique e humanize a experiência do seu design. A estética deve agregar valor e não causar confusão funcional e o produto deve dar retorno informativo a quem o está usando. Isso quer dizer que devemos estar cientes que design também é informação e, portanto, sermos cuidadosos para que a não pequemos por excesso, criando um visual  difícil de ser interpretado, ou por falta, não dando feedback sobre tarefas realizadas. Ouvir uma gritaria (excessos do design) é tão desagradável quanto ser ignorado (faltas do design). Pra finalizar… Pensar como o produto se insere na vida do usuário e sua responsabilidade em tornar todo este universo melhor é mais importante que conhecer e adotar como dogma critérios e regras de alguns autores.
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