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Porque sua empresa precisa de um website

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agosto 9th, 2010 Posted 6:01 pm

Texto extraído do blog TimeDSG

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Quero falar hoje sobre um assunto que talvez seja uma dúvida de muitos empresários que estão no mercado hoje em dia. Porque empresas precisam de sites? Vamos explicar o porquê de um site, e encaminhar você empreendedor a melhor direção possível!

Sobre os sites. (Fonte: Wiki)

Site, sítio, website, websítio, sítio na Internet, sítio web, sítio na web, sítio electrónico (português europeu) ou sítio eletrônico (português brasileiro) é um conjunto de páginas web, isto é, de hipertextos acessíveis geralmente pelo protocolo HTTP na Internet. O conjunto de todos os sites públicos existentes compõe a World Wide Web. As páginas num site são organizadas a partir de um URL básico, ou sítio onde fica a página principal, e geralmente residem no mesmo diretório de um servidor. As páginas são organizadas dentro do site numa hierarquia observável no URL, embora as hiperligações entre elas controlem o modo como o leitor se apercebe da estrutura global, modo esse que pode ter pouco a ver com a estrutura hierárquica dos arquivos do site.

Quais os tipos de websites que posso desenvolver?

Listando alguns sites para este artigo, vi que existe uma tipologia que os classificam, como mostro a seguir. Categorizando-os assim posso dizer, como por exemplo, os itens abaixo:

Site institucional: Este é um dos tipos mais usados por empresas, pois visa mostrar a empresa como um todo, focando em histórico, missão e soluções da empresa. Outras empresas usam o mesmo para mostrar seus produtos em forma de galeria ou algo relacionado.

Site “classificado”: Este é um site comum para pessoas que querem apenas anunciar sua empresa ou produto por meio de outros sites, uma espécie de classificados online. Acho ideal para empresas com serviços deliverys, onde seu público alvo solicita seus produtos via telefone ou web. Mas nada impede que o mesmo tenha seu próprio site institucional.

Site informativo, hotsites e blogs: Este tipo de site ou serviço é ideal para empresas que necessitam apenas transmitir informações de produtos ou soluções aos clientes, como por exemplo, um site que contenha um diário de atualizações, perguntas frequentes ou especificações técnicas.

Site colaborativo: Estes sites são para a comunidade ou empresas que tem seu foco em colaborar, desenvolvimento ou compartilhamento de softwares open sourcer, ou até mesmo algo bem web 2.0 mesmo, onde o usuário cria o seu conteúdo e compartilha para todos com licença não comercial (Creative Commons).

Lojas Virtuais: Sites que são realmente para a venda de tal produto online, um mercado onde seu cliente final possa comprar seus produtos sem sair de casa e recebe-los em casa depois de um prazo estipulado por você, pelos correios ou por agências de frete. Uma solução ideal para empresas que tenha grandes quantidades de produtos ou categorias inovadoras nas quais pessoas buscam.

Portais: Última categoria neste seguimento onde “tipamos” os sites que existem atualmente no mercado. Portais tem o aspecto de transmitir informações aos usuários em sessões diferenciadas. Ideal para emissoras de tv, jornais regionais ou até mesmo provedores de acesso.

Mais afinal, porque um site?

Já parou para pensar como nosso mundo vive hoje? Compartilhamento via redes sociais, pesquisas em robôs de busca e vendas on-line. Estamos em uma era chamada de WEB 2.0 onde usuários fazem a internet, e lembre-se, estes usuários são seus clientes. Eu particularmente sempre que preciso de um serviço DELIVERY, procuro na web e encontro apenas anúncios com telefones e endereços em catálogos online. Se cada serviço desse tivesse um site, com algo que eu pudesse fazer um pedido online, ou tivesse apenas o cardápio, ajudaria a vender muito mais.

Outro exemplo que eu gostaria de dar, é a história da camisetaria, , não me recordo à revista e nem a edição que li sobre alguns casos de sucesso na web. A Camisetaria tinha uma história meio simples, onde um dos donos era desenvolvedor e fez o site para vender camisetas sem mesmo saber costurar. Terceirizavam o serviço de inicio mas, hoje em dia, é uma das maiores empresas de confecção que já vi.

Finalizando, pense bem nisso! Olhe em sua volta e veja como tudo esta girando em torno da tecnologia e da internet. Vai chegar um tempo em que você não precisará procurar clientes para seu produto, os clientes vão procurar por você e seus serviços.

Novo site Mais Aventura

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julho 23rd, 2010 Posted 1:09 pm

O Mais Aventura foi criado a partir de um grupo de amigos e da vontade de se juntarem para curtir um bom pedal nas trilhas da região! A o objetivo é formar um grupo onde todos podem participar, fazer amizades, trocar experiências, conversar, descontrair, relaxar, discutir onde poderá ser o próximo passeio, conhecer trilhas, caminhos e lugares onde podemos desfrutar de uma bom passeio de bike.

O grupo não se trata de uma competição, portanto todos àqueles que estiverem dispostos podem se unir ao grupo.

O site já havia sido produzido pela Wezen, e agora passou por uma mudança de visual. O endereço é: www.maisaventura.com.br

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Mais 2 sites feitos pela Wezen já estão no ar!

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julho 20th, 2010 Posted 6:17 pm

Grupo Engenho – Creating and Engeneering

O Grupo Engenho é formado por consultores que possuem larga experiência profissional, adquirida através da liderança e execução de diversos projetos no Brasil, EUA, Europa e Ásia em empresas como Allied Signal, IBM, Compaq, HP, ArvinMeritor, Toyota, Embrapa, Electrolux, Eaton Corp e Volkswagen. Para atender suas expectativas, acionaremos os profissionais ideais para sua necessidade e lhe proporcionaremos uma solução personalizada, na medida certa.

O link para o site é www.grupoengenho.com.br

Dermatolaser – Clínica de dermatologia e laser

A Dermatolaser é uma clínica de dermatologia de Campinas e atua na área há 22 anos, sempre voltada para tratamentos médicos, dermatológicos e estéticos trabalhando com equipamentos da mais alta tecnologia.

Link para o site: www.dermatolaser.com.br

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Site novo!

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maio 21st, 2010 Posted 3:39 pm

A Rock It é uma empresa que trabalha com promoção below the line, fazendo ações promocionais para divulgar produtos. Ponto de vendas, troca de brindes, blitz, desfiles, e muito mais.

O novo site da Rock It, foi criado pela Wezen, e contém todas as informações da empresa e as ações já realizadas. Além de área de cadastro para interessados em trabalhar na empresa. Confiram o novo site: www.rockitbtl.com.br/

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Você está pronto para o HTML 5?

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março 11th, 2010 Posted 4:56 pm

Quem acompanhou o começo da web deve lembrar do quanto as primeiras páginas eram feias. O design de páginas com HTML puro era cinza, quadradão, feito na base de frames e tabelas, as animações eram arquivos GIF toscos e restava ao webmaster fazer graça com scripts inúteis. Nesses últimos anos, vários padrões e tecnologias surgiram para ajudar a linguagem, como o CSS, o Flash e o XHTML. Mesmo assim, chegou a hora de mais mudança.

A nova versão do padrão HTML está mais sólida, com os principais navegadores suportando suas inovações e facilitando assim a vida do designer, que poderá dispensar bibliotecas e pacotes auxiliares.

Vale lembrar que nem tudo funciona em todos os browsers, já que, na falta de uma especificação definitiva (que está prevista para 2012), os empresas adicionam os recursos do HTML 5 nos navegadores a conta-gotas. Conheça, a seguir, as principais mudanças que já estão aprovadas pela W3C e pelo WHATWG, as entidades que decidem o futuro da linguagem HTML.

Multimídia sem plug-in

O conteúdo em áudio e vídeo na web é refém dos plug-ins, como o Flash, para ser exibido. O HTML 5 prevê uma forma de contornar isso com as tags <video> e <:audio>. Falta ainda definir os tipos de codecs a ser utilizados universalmente com essas tags. Hoje, Chrome e Safari conseguem exibir filmes em H.264 e tocar áudio AAC, encapsulados num arquivo MP4. Já o Firefox, fiel aos padrões abertos, mostra só vídeos Theora e som Vorbis, dentro de um arquivo Ogg. O impasse não preocupa tanto, pois as tags <video> e <:audio> podem receber mais de um arquivo, com o browser selecionando qual é a opção compatível. Para adicionar um vídeo à página, basta usar o código <video src=”meuvideo.mp4 width=”320″ height=”240″ controls></video>.

CSS arrumadinho

O novo HTML promete aposentar frames e tabelas das páginas, com o CSS efetivado como responsável para esse fim. Além disso, a versão 5 conta com tags para definir seções dos sites, facilitando a integração com as folhas de estilo. Atualmente, o normal é usar um elemento <div>, com seu nome indicando o tipo de seção. As novas tags são <header>, <footer>, <article>, <section>, <nav> e <aside>. Elas definem o cabeçalho, o rodapé, um artigo, uma seção (de um artigo), a barra de navegação e anotações sobre o conteúdo. Com esses elementos, é criada uma padronização que facilita a localização de conteúdo pelos buscadores e o reaproveitamento dos arquivos CSS.

Gráficos nascidos na web

O elemento <canvas> permite criar desenhos usando JavaScript. Assim é possível, por exemplo, transformar dados do site em gráficos dinâmicos. A tag também serve para usar um texto ou imagem como substituto do desenho, caso o browser não tenha suporte aos gráficos dinâmicos. Nesse caso, o conteúdo alternativo fica entre e <canvas> e </canvas>.

Calendários sem erro

Qual é a data definida por 10/2/2010? Pode ser 10 de fevereiro, no padrão usado no Brasil, e, ao mesmo tempo, 2 de outubro, no modelo americano. O HTML 5 pode contornar essas situações com tags que definem o tipo de dados e sua formatação no texto da página web. A tag <time> marca hora e data e evitaria o problema descrito acima usando o código <timedatetime=”2010-02-10″> </time>, que poderia identificar as informações do navegador e decidir qual seria a data correta, para que ela possa ser exibida no padrão do usuário.

Versão offline

Já ouviu falar no Google Gears? Ele transforma aplicativos web em programas que rodam no browser mesmo em máquinas sem conexão com a web. Essa mágica é feita pelo recurso DOM Storage, que poderá ser usado por qualquer site em HTML 5. Um ponto essencial dessa forma de armazenamento local é que o servidor remoto não pode acessar diretamente o conteúdo (diferentemente dos cookies). Somente o browser e os scripts da página acessada podem modificar o conteúdo offline. Hoje, cada browser usa um limite de espaço. O Firefox aloca no máximo 5 MB por domínio web acessado. Já o Internet Explorer libera 10 MB por base de dados criada, independentemente do domínio.

Muito além dos cliques

Existem várias bibliotecas para habilitar o suporte ao recurso de arrastar e soltar objetos em sites. Mas no HTML 5 a coisa fica bem mais fácil. Basta definir valores para três eventos em JavaScript: dragenter, dragover e drop. Eles indicam, respectivamente, a entrada e a passagem de um elemento sobre outro, além do evento para o momento em que um item é solto. Definir um elemento da página como item que pode ser arrastado é mais fácil ainda. Basta adicionar a definição draggable=”true” a ele.

Via Info Online