Via | Meio e Mensagem
PictureWeb realiza pesquisa e descobre que “relevância de conteúdo” é a principal razão para seguir nesta rede social
A PictureWeb criou uma pesquisa para descobrir a relevância do Facebook para a realização de ações digitais corporativas. A agência entrevistou 270 internautas – entre “seguidores” da PictureWeb e respectivos amigos. O resultado aponta que 54,81% dos usuários do Facebook “curtem” alguma empresa, sendo que 62% afirmam que deixam de seguir empresas quando se irritam com ações de comunicação mal elaboradas.
Dentre os usuários que “curtem”, quase 27% disseram que “relevância de conteúdo” é a principal razão para seguir. O “Interesse por produtos ou serviços” foi a segunda justificativa (22,78%), à frente de “admiração pela marca” (17,72%) e “acompanhar lançamentos e tendências” (15,61%). O “interesse por promoções” foi o motivo de 3,8% dos participantes.
“A maioria dos usuários que “curte” empresas e marcas no Facebook está em busca de conteúdo. Mas é preciso conhecer o perfil dos seguidores de cada marca para definir a comunicação adequada. O Facebook tem se mostrado uma ferramenta de comunicação extremamente eficiente para ações corporativas, especialmente por ter um público mais qualificado, em relação às redes mais populares”, comenta Marcelo Abdo, diretor executivo da PictureWeb.
Entre as ações que mais irritam os seguidores de empresas no Facebook estão a repetição e a grande quantidade de post, além da falta de atualização. Mas a maior reclamação, com 61,73%, foi as ações de comunicação mal elaboradas. Questionados sobre outras participações na Internet, mais de 85% das pessoas afirmaram utilizar outras redes sociais: Twitter (34,46%), Orkut (26,40%) e Linkedin (25,28%). MySpace, Sonico e outras somaram 13,87% das respostas.
“Eu acho que a sociedade não compreende o que irá acontecer quando tudo estiver gravado e for acessível, por todo mundo, o tempo todo”. Depois de fazer essa observação (perfeitamente sensata) em entrevista ao Wall Street Journal, o CEO do Google, Eric Schmidt, apresentou sua solução: daqui a algumas décadas, toda pessoa terá o direito de mudar legalmente de nome quando fizer 21 anos – para que todas as bobagens que postou,
e que ficaram gravadas na internet, não possam mais ser associadas a ela. Segundo a reportagem do WSJ, Schmidt “aparentemente estava falando sério”.
Mais do que maluca, essa ideia é atemorizante – não porque vá ser colocada em prática (não vai), mas porque dá uma ideia da falta de noção e da prepotência com que o Google, ou pelo menos seu CEO, encara a sociedade. Muita gente teme que, no futuro, o Google possa usar seu conhecimento absoluto, sobre tudo e sobre todos, para se transformar numa força opressora. Será? Difícil dizer. Mas há sinais de que algo está mudando.
Primeiro, o Google decidiu usar banners para vigiar a navegação das pessoas na internet – coisa que teria provocado uma violenta discussão entre seus fundadores, Larry Page (supostamente a favor) e Sergey Brin (contra). Depois, o Google se manifestou contra a chamada neutralidade da rede – e anunciou, junto com a operadora de celular Verizon, um projeto que daria às empresas de telecom o poder de sabotar ou censurar sites e serviços que elas não aprovem. Uma medida injusta e absurda – e que o próprio CEO do Google costumava atacar fortemente.
Essa nova cara do Google, mais dura e egoista, tem levantado comparações com a Microsoft dos anos 90 – cujo poder brutal e absoluto acabou despertando a fúria do governo dos EUA, que quase acabou com a empresa. O Google é a nova Microsoft? Alguma coisa pior? Talvez não seja nada disso. Mas, com certeza, já não é o que era.
Via | Revista Super
Estudo da Robert Half apontou que 21% das companhias nacionais analisam o perfil online dos candidatos em redes sociais.
As empresas brasileiras lideram o uso da internet em processos seletivos de novos funcionários. Uma pesquisa da consultoria em recrutamento Robert Half, divulgada na sexta-feira (13/8), indicou que 21% das companhias nacionais analisam o perfil online dos candidatos em redes sociais
Em segundo lugar no ranking está a Espanha, com índice de 18%, seguidas por Itália e Holanda, empatadas com 13%. No entanto, em países como Bélgica, com apenas 5%, e República Tcheca, com 1%, o uso das mídias sociais ainda é inferior às demais nações.

Foram entrevistados 2.819 mil executivos de 13 países.
Redes sociais se destacam em processos de seleção
O cadastro em redes sociais como Twitter, Facebook e Linkedln, também foi destaque em uma recente pesquisa divulgada pela JobVite, empresa fabricante de software de recrutamento.
De acordo com os resultados obtidos, as empregadoras preferem usar sites de redes sociais para o recrutamento, por considerarem um método de publicidade e um uma ação barata e fácil. Além disso, um terço dos entrevistadores sempre verifica o perfil dos candidatos nestas plataformas.
Ainda segundo a Jobvite, o investimento nos tradicionais métodos de seleção está diminuindo, com 36% dos entrevistados planejando gastar menos com anúncio de vagas. Enquanto 38% gastará menos com empresas tercerizadas de contratação.
Ao todo foram entrevistados 825 prossionais de RH e apenas 3% deles são clientes da Jobvite.
Via | IDG Now

Alunos de escolas do estado de Renânia do Norte-Vestfália, na Alemanha, passarão a ter aulas sobre como lidar com redes sociais como Facebook e Twitter. A ideia do governo local é conscientizar os estudantes sobre os riscos que eles correm ao revelar informações pessoais na internet.
“Nosso objetivo é mostrar que a internet não apenas oferece chances e oportunidades, mas que também tem riscos que os estudantes precisam entender para exercer autonomia em relação à mídia digital”, disse a secretária de mídia do estado, Angelica Schwall-Düren, em uma entrevista ao jornal WAZ. “Muitos jovens não têm noção sobre a quantidade de detalhes que expõem sobre si mesmos na internet”, disse a secretária.
O sindicato de professores do estado reagiu ao anúncio com um misto de interesse e cautela, afirma o Der Spiegel Online. “O modo como se portar no mundo virtual e como usar as novas mídias já são tópicos em nossas escolas”, afirmou o representante local da entidade Michael Schulte. Ele disse que percebe diferenças culturais entre a geração dele e de seus estudantes com a chegada das novas mídias, por isso teme que professores possam não estar preparados para a nova iniciativa.
Empresas como o Facebook e o Google têm sido alvo de muitas críticas na Alemanha, onde o governo se mostra preocupado em relação ao que as companhias fazem em relação aos dados de usuários. Entre os mais de 2 milhões de usuários do Facebook no país, a maior parte é formada por jovens, diz o Der Spiegel.
Problemas referentes à privacidade são discutidos ao redor de todo o mundo à medida que as redes sociais ganham espaço na internet. Na Alemanha, no entanto, a questão ganha contornos diferentes, em parte por conta de aspectos culturais. “A Alemanha tem uma experiência histórica muito especial de invasão de privacidade, com a dupla ditadura, nazista e depois comunista”, declarou à AFP Falk Lüke, especialista de internet da associação de consumidores VBVZ.
O Google, por exemplo, enfrenta dificuldades para lançar o serviço Street View no país, principalmente depois de admitir que armazenou dados privados de usuários de redes Wi-Fi durante o período de coleta de fotos panorâmicas das ruas da cidade.
Via | Inflo Plantão
Texto extraído do blog TimeDSG
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Quero falar hoje sobre um assunto que talvez seja uma dúvida de muitos empresários que estão no mercado hoje em dia. Porque empresas precisam de sites? Vamos explicar o porquê de um site, e encaminhar você empreendedor a melhor direção possível!
Sobre os sites. (Fonte: Wiki)
Site, sítio, website, websítio, sítio na Internet, sítio web, sítio na web, sítio electrónico (português europeu) ou sítio eletrônico (português brasileiro) é um conjunto de páginas web, isto é, de hipertextos acessíveis geralmente pelo protocolo HTTP na Internet. O conjunto de todos os sites públicos existentes compõe a World Wide Web. As páginas num site são organizadas a partir de um URL básico, ou sítio onde fica a página principal, e geralmente residem no mesmo diretório de um servidor. As páginas são organizadas dentro do site numa hierarquia observável no URL, embora as hiperligações entre elas controlem o modo como o leitor se apercebe da estrutura global, modo esse que pode ter pouco a ver com a estrutura hierárquica dos arquivos do site.
Quais os tipos de websites que posso desenvolver?
Listando alguns sites para este artigo, vi que existe uma tipologia que os classificam, como mostro a seguir. Categorizando-os assim posso dizer, como por exemplo, os itens abaixo:
Site institucional: Este é um dos tipos mais usados por empresas, pois visa mostrar a empresa como um todo, focando em histórico, missão e soluções da empresa. Outras empresas usam o mesmo para mostrar seus produtos em forma de galeria ou algo relacionado.
Site “classificado”: Este é um site comum para pessoas que querem apenas anunciar sua empresa ou produto por meio de outros sites, uma espécie de classificados online. Acho ideal para empresas com serviços deliverys, onde seu público alvo solicita seus produtos via telefone ou web. Mas nada impede que o mesmo tenha seu próprio site institucional.
Site informativo, hotsites e blogs: Este tipo de site ou serviço é ideal para empresas que necessitam apenas transmitir informações de produtos ou soluções aos clientes, como por exemplo, um site que contenha um diário de atualizações, perguntas frequentes ou especificações técnicas.
Site colaborativo: Estes sites são para a comunidade ou empresas que tem seu foco em colaborar, desenvolvimento ou compartilhamento de softwares open sourcer, ou até mesmo algo bem web 2.0 mesmo, onde o usuário cria o seu conteúdo e compartilha para todos com licença não comercial (Creative Commons).
Lojas Virtuais: Sites que são realmente para a venda de tal produto online, um mercado onde seu cliente final possa comprar seus produtos sem sair de casa e recebe-los em casa depois de um prazo estipulado por você, pelos correios ou por agências de frete. Uma solução ideal para empresas que tenha grandes quantidades de produtos ou categorias inovadoras nas quais pessoas buscam.
Portais: Última categoria neste seguimento onde “tipamos” os sites que existem atualmente no mercado. Portais tem o aspecto de transmitir informações aos usuários em sessões diferenciadas. Ideal para emissoras de tv, jornais regionais ou até mesmo provedores de acesso.
Mais afinal, porque um site?
Já parou para pensar como nosso mundo vive hoje? Compartilhamento via redes sociais, pesquisas em robôs de busca e vendas on-line. Estamos em uma era chamada de WEB 2.0 onde usuários fazem a internet, e lembre-se, estes usuários são seus clientes. Eu particularmente sempre que preciso de um serviço DELIVERY, procuro na web e encontro apenas anúncios com telefones e endereços em catálogos online. Se cada serviço desse tivesse um site, com algo que eu pudesse fazer um pedido online, ou tivesse apenas o cardápio, ajudaria a vender muito mais.
Outro exemplo que eu gostaria de dar, é a história da camisetaria, , não me recordo à revista e nem a edição que li sobre alguns casos de sucesso na web. A Camisetaria tinha uma história meio simples, onde um dos donos era desenvolvedor e fez o site para vender camisetas sem mesmo saber costurar. Terceirizavam o serviço de inicio mas, hoje em dia, é uma das maiores empresas de confecção que já vi.
Finalizando, pense bem nisso! Olhe em sua volta e veja como tudo esta girando em torno da tecnologia e da internet. Vai chegar um tempo em que você não precisará procurar clientes para seu produto, os clientes vão procurar por você e seus serviços.